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Spotify no Brasil: demorou, mas ele chegou (mais ou menos). Tarde demais?

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11/4/14, 9h20 9 min 34 comentários

O Spotify, serviço de streaming de músicas mais popular do planeta, há meses ensaia sua estreia no Brasil. Dependendo do ponto de vista (e do veículo de comunicação que você acompanha), dá para dizer que ele já chegou. É hora de abandonar as ofertas estabelecidas no Brasil e correr para o Spotify? Calma, muita calma nessa hora.

O Spotify já chegou oficialmente ao Brasil?

Aviso no site brasileiro do Spotify.
Spotify está chegando ao Brasil.

Resposta simples: sim.

Mas é um “sim” cheio de “poréns”. Quem entra no site oficial do Spotify hoje dá de cara com uma mensagem em letras garrafais dizendo “Spotify está chegando ao Brasil”, com um formulário para deixar seu e-mail e, em algum ponto futuro e não especificado, receber um convite para usar o serviço antes do lançamento oficial1. Sim, uma tática para gerar hype muito popular no longínquo ano de 2004, quando Orkut e Gmail eram também um clube semi-fechado, mas que ainda encontra adeptos dez anos depois.

Tenho uma conta lá faz alguns anos criada para usar o Spotify via VPN, uma forma de acesso que “engana” servidores. No caso, o Spotify achava que eu estava em um país onde ele já atuava — primeiro Inglaterra, depois Estados Unidos. Quando soube que o serviço estava operando por aqui em caráter de testes, bastou mandar um e-mail para o suporte (em português mesmo) solicitando a migração da conta. Em poucos minutos o meu Spotify ficou verde e amarelo, tornou-se acessível sem VPN e passou a aceitar pagamentos com meu cartão emitido no Brasil ou PayPal.

Spotify, agora num pretinho básico.
Novo Spotify para Windows.

Daquela época para agora, o Spotify mudou um pouco. A maior diferença é o cliente desktop, meio que uma exigência dadas as limitações do web. A nova versão, que apareceu dia desses, trouxe um visual negro bem mais refinado e, enfim, a possibilidade de salvar álbuns para acessá-los rapidamente, de um local específico, em vez de ter sempre que recorrer à busca ou criar playlists.

Tivesse sido lançado há uns dois anos, o Spotify seria uma escolha quase natural. Hoje, com Rdio, Deezer e Xbox Music brigando feio pela preferência do cliente, o cenário é outro. Como o Spotify se sai frente a esses concorrentes, principalmente o Rdio, que uso no dia a dia?

Spotify ou Rdio? Uma questão de abordagem

Assino o Rdio há uns bons anos e gosto muito do serviço. O que não me impediu, claro, de pagar uns trocados no Spotify para ver como ele está atualmente.

Aliás, já no pagamento nota-se uma aparente vantagem para o recém-chegado: ele é mais barato. Mesmo cobrando em dólar, na ponta do lápis os US$ 5,99 pelo plano mais completo, que inclui o uso de apps móveis, sai mais em conta que os R$ 14,90 do Rdio — uma diferença, feita a conversão com o dólar a R$ 2,19 (cotação de ontem) e acrescido o IOF (6,38%), de pouco mais de R$ 1. Ok, é de fato mais barato, mas a diferença é tão ínfima que outros fatores podem torná-la irrelevante. E para quem assina duas contas, a ausência de um plano familiar no Spotify, que existe no Rdio, acaba invertendo a pequena economia observada nos planos individuais.

Focando no plano individual, são esses “outros fatores” que complicam um pouco a situação do Spotify, ao menos para o meu perfil de uso. Ele tem uma pegada diferente em dois aspectos-chave: organização e descoberta de músicas.

O Spotify é todo sobre playlists. Se você quiser baixar músicas para ouvi-las desconectado da Internet, precisa criar uma playlist ainda que seja composta apenas por músicas de um mesmo álbum. Há uma obsessão por playlists que ignora outras formas de ouvir música, e uma delas em especial, o álbum completo, faz muita falta.

O Rdio também oferece playlists, mas dá mais atenção à organização por álbuns na Coleção. Curtiu um álbum, quer ouvi-lo mais vezes e tê-lo sempre à mão? Acrescente-o à Coleção e, opcionalmente, torne-o acessível offline. São dois cliques para cada ação, que é desencadeada em todos os dispositivos conectados à sua conta. Rápido e fácil, sem enrolação.

Organização por álbuns é central no Rdio.
Minha coleção no Rdio.

Não tenho muito saco para playlist e encaro muitos álbuns como trabalhos completos, fechados, que em certos casos merecem ser ouvidos de cabo a rabo. A nova interface do Spotify remedia esse defeito parcialmente: agora existe uma seção “Minhas músicas”, onde dá para acrescentar álbuns. Ainda falta, porém, a sincronia offline.

Mais importante que isso é a descoberta de novas músicas. O Spotify confia muito no Facebook (houve uma época em que ele só funcionava atrelado à rede social nos EUA) e mistura indicações de amigos com recomendações do algoritmo em uma aba “Descobrir” que é tudo, menos organizada.

No Rdio, a tela inicial apresenta álbuns em alta na sua rede de contatos. O esquema de amizades é independente e assíncrono, como no Twitter. Seguir pessoas com gostos similares aos seus é a garantia de receber boas indicações — comigo sempre funcionou.

Abaixo de cada álbum aparecem fotos dos contatos que ouviram-no, e esses rostos conhecidos são poderosos para me levar à descoberta de novas músicas. Para mim, é onde o Rdio ganha de lavada: além de uma mecânica em geral melhor, por estar oficialmente há mais tempo no Brasil ele tem mais usuários, entre os quais muitos amigos e conhecidos em quem presto atenção na hora de procurar coisas novas (e boas!) para ouvir.

O Rdio ainda tem alguns mimos bacanas, como o modo Controle Remoto (que uso um bocado, já que ouço bastante música na TV enquanto trabalho no computador) e interfaces bem bonitas tanto na web quanto nos apps móveis.

Qualidade e acervo

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Screenshots do Rdio e Spotify, tocando HAIM, no iPhone.
Rdio e Spotify no iPhone.
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Para ouvidos destreinados com fones simples, as diferenças na qualidade do áudio entre Spotify e Rdio são irrelevantes.

O Spotify parece mais acertado tecnicamente. O serviço usa um sistema peer-to-peer (P2P) bastante engenhoso e confia em arquivos OGG de bitrate altíssimo para entregar a melhor qualidade possível da forma mais rápida. E é rápido mesmo, em muitos casos mais que o Rdio.

Só que essa diferença é mínima, incapaz de distanciar muito os dois serviços, e a qualidade sonora dos dois beira a equivalência. Neste teste publicado no Medium, a constatação foi de que ambos têm qualidade aceitável. O Spotify apresentou uma pequena vantagem, mas uma que, repetindo, a ouvidos menos sensíveis com fones abaixo da faixa dos US$ 100 não fará diferença.

Em termos de acervo, vez ou outra me deparo com algum buraco no Spotify ou no Rdio2. O abismo entre os dois é pequeno, pelo menos dentro do que costumo ouvir, e tende a encolher ainda mais. Ponto para o Spotify por permitir mesclar arquivos MP3 do próprio usuário às músicas do catálogo.

A música em si, o fim desses e outros serviços de streaming, caminha para a comoditização. O que sobra para eles se diferenciarem uns dos outros são detalhes, recursos, os facilitadores e pequenos agrados para usuários mais exigentes.

Ah sim, e preço.

O trunfo do Spotify: ser gratuito

Não é preciso pagar para usar o Spotify. Ele oferece um plano gratuito cheio de anúncios, gráficos e sonoros, além de músicas com qualidade levemente reduzida.

É tentador, especialmente em mercados onde pagar por música não é algo tão natural, como o nosso. Parece uma troca justa num primeiro momento: toda a música que você quiser de graça, com banners e uns spots comerciais a cada poucas canções.

Tem quem conviva com isso, mas convenhamos: é profundamente irritante, no meio de uma sessão legal, entrar um “Un Dos Tres!” estridente do Ricky Martin daquele comercial da Fiat. Ou algo fora do tom em uma playlist para quem está curtindo uma fossa.

O Deezer, que melhorou bastante (mas bastante mesmo!) seus apps desde que estreou no Brasil, também oferece um plano gratuito suportado por anúncios.

De qualquer forma, se você tem o mínimo de apreço por música e não está no perrengue para pagar o próximo aluguel, faça um esforço e arque com a mensalidade de um desses. Qualquer um.

Qualquer um? Sim, porque embora eles tenham particularidades e sejam melhores em um aspecto ou outro, no que interessa, ouvir música, todos são bem competentes. Em qualidade e acervo, Rdio, Spotify, Deezer, Xbox Music estão muito próximos. E como eles, mesmo os apenas pagos, oferecem períodos de degustação gratuitos, vale a pena fazer o teste. Não custa nada, literalmente, e permite ter uma noção do que você ganha e perde optando por cada um.

Ah, e bem-vindo ao Brasil, Spotify.

  1. Das coincidências da vida: algumas horas após fechar a edição deste post recebi o convite para usar o Spotify no e-mail que havia deixado na página brasileira do serviço há alguns meses.
  2. Nesse quase um mês usando os dois serviços alternadamente, só me deparei com uma lacuna: Sleigh Bells. O Spotify tem, o Rdio, não.
  • Welington Souza

    Já tem uns 15 dias que estou usando o Spotify…. Recebi o convite para testar! Sou usuário do Deezer e achei o Spotify um quanto tanto pouco intuitivo em relação ao qual uso. Realmente esse negócio de criar playlist para tudo é ruim! Faço playlists mas geralmente prefiro salvar álbuns completos e o Deezer é muito mais simples nisso!

  • Deve ter sido bem recentemente, mas pelo menos no Android dá para salvar os álbuns offline como se faz no Rdio e Deezer.

    De resto, o texto está bom mas precisamos ver o viés da amostragem: qual é o real alcance do streamming no Brasil? O mercado de e-books é mínimo e dominado pela Apple, mas se for olhar para meus amigos, parece um grande sucesso da Amazon.

    Acredito que a festa ainda está no começo, principalmente se o Spotify investir pesado em publicidade. Não sei, vamos esperar para ver, mas realmente estamos muito bem servidos.

  • Até agora, o melhor serviço que peguei em termos gerais é o Xbox Music. Como uso o Win8, Windows Phone e iPad, ele funciona legal em todas as plataformas. (com o inconveniente que no iPad é a versão de iPhone esticada).

    Em acervo, raras as diferenças. No Xbox Music tem menos nacionais que no Deezer e Rdio, mas isso eu já esperava. To testando o Deezer naquela promoção de R$0,99 por 3 meses. Achei dos 4 principais o pior, tanto em apps como na interface da Web que é uma zona que só.

    Já o Spotify, é bem legal, mas esse lance de ser tudo em playlists e não em faixas/albuns separados me afastou.

    Do Rdio, sinto muita falta do componente social. Muitas das vezes me via sem saber o que ouvir e fui no que um amigo meu estava ouvindo. O algorítimo dele pra sugerir música (nas rádios) parece ser o melhor de todos também.

    • Gosto bastante das rádios do Rdio também, mas vale mencionar que elas eram gerenciadas por um serviço de terceiros (Nest, não?) que agora pertence ao Spotify. o Rdio já anunciou que vai trocar o seu fornecedor, espero que continue sendo bom.

  • Eu também comecei a usar o Spotify após receber um convite recentemente (sim, tinha solicitado através do formulário do site). Já usava o Rdio a bastante tempo e resolvi trocar durante um tempo para testar. Por enquanto acho que ambos tem pontos fracos e fortes.

    Também vi pouca diferença em relação ao acervo de músicas, parece ser basicamente a mesma coisa.

    Como já mencionaram aqui nos comentários, acho que o Spotify da a possibilidade de salvar um álbum como playlist, pelo menos fiz isso com vários álbuns.

    Me acostumei bastante com as playlists, mas por mais irônico que pareça, achei elas melhores no Rdio. Quando você procura por “rock anos 80”, aparece uma infinidade de playlists de outras pessoas que você pode simplesmente assinar e pronto. No Spotify fiquei limitado a poucas listas que ele oferece.

    A sincronia offline no Rdio funciona muito melhor, apesar de não ser perfeita. No Spotify mais de uma vez já aconteceu de simplesmente não sincronizar algumas músicas.

    O Spotify parece melhor na rede mobile (2g/3g), provavelmente pela tecnologia P2P e arquivos .OGG que você mencionou no texto. Como geralmente escuto offline, senti pouca diferença.

    No geral estou achando que o Rdio era melhor… vou esperar mais alguns dias antes de desistir do Spotify.

    Sobre versão web e desktop, usei apenas o app para Linux, que faz tudo como esperado, mas nunca vi problema nenhum com a interface web do Rdio.

  • Gilberto

    O spotify faz tudo que os outros fazem. Sério. Tem até as tais das “coleções” (e em miniaturas!) onde é possível catalogar por CD ou artista, mas com outro nome: YOUR MUSIC > ALBUNS.

    Acho que ele dá ênfase as playlist por a maioria das pessoas não ouvirem um disco inteiro. Elas são facilmente compartilhaveis e até podem ser salvas no PC e transferíveis para outra conta, logo é mais fácil você descobrir uma nova musica ou artista legal. Por curiosidade foi numa playlist do Sean Parker no Spotify que a Lorde ficou famosa. Vale muito a pena explorar a aba “Browse” que é nada mais nada menos que o app Tunigo que foi absorvido pela empresa.

    Juro que não sou fanboy do Spotify e neste momento estou usando o Rdio (CLASSUDO! pra não dizer gostoso), mas o Spotify com seus apps é superior a todos. É só ter paciência e reaprender a usar o que você aprendeu de outra formas noutros serviços. E ironicamente este é o seu maior defeito: a quantidade de funções – e a Preta Gil, claro.

    Ele chegou tarde sim, mas só tem o Deezer como concorrente a altura (números!). E o Deezer veio cantar aqui em vez dos US porque estava com medo de enfrentá-lo…

    • Então, esse “Your Music” só apareceu ontem para mim…até outro dia só existia um “Libray” com todas as suas músicas listadas sem miniatura e nada. Ou sejam realmente era apenas playlists até poucos dias atrás.

      • É, o Sua Música (pt-BR aqui!) só apareceu com a nova interface, não tem ainda nos apps móveis e não permite baixar as músicas para ouvir offline — ou estou deixando algo muito importante passar.

  • Mark Matsumoto Jamberg

    Acho que faltou falar dos app dentro do Spotify, como o Pitchfork, Hype Machine, Jazzify, entre outros. É, sem dúvida, a coisa mais legal dele!

  • Rodrigo Bittencourt

    Gostaria que alguém fizesse a comparação com o google play music… Que é o serviço que assino atualmente

    • Já respondi no Twitter, Rodrigo, mas apenas para fins de registro aqui, o Google Play Music não entrou porque não está disponível oficialmente no Brasil. VPN, proxies e outras técnicas não contam.

  • Diêgo Duarte

    Oi Rodrigo, tudo bom?
    Uso o Spotify já tem bem três anos, conta americana mesmo. Só preciso ligar o tunnelbear vez ou outra para relogar. Fiquei sabendo que ele estava liberando contas brasileiras e fui ler sobre isso. Vi em dois lugares, não lembro onde, que o acervo de músicas do Spotify Brasil é diferente do Spotify USA, você pode confirmar isso?

    • É meio complicado eu averiguar isso (teria que criar outra conta yadda yadda yadda), mas tomando por base o Rdio e todos os outros serviços de conteúdo sob demanda que já usei, sim, os acervos variam.

      No Rdio, por exemplo, sigo algumas pessoas que vivem nos EUA e, às vezes, aparecem indicações de álbuns que elas estão ouvindo e que, para mim, aparecem como indisponíveis.

      Nada muito drástico, porém. Ou, pelo menos, que tenha me afetado muito.

  • Caros,

    Posso respostar esse artigo no meu blog com os devidos créditos?

    Abs.,

    • No Twod, Douglas? Sim, pode sim.

      O conteúdo do Manual do Usuário é licenciado sob Creative Commons (CC BY-NC 4.0), logo pode ser livremente copiado desde que se preserve a atribuição (meu nome, nome do Manual do Usuário e link sem rel="nofollow" para o artigo original) e a publicação não tenha fim lucrativo.

  • Marcelo de Sousa Aragão

    Spotify possui Metallica e Led Zeppelin, assim como uma rádio(sim é o que eu mais uso) super rápida que pra mim parece aprender os gostos muito mais rápido.

    Enquanto isso o Rdio tem o lindíssimo auto play depois de ouvir uma música avulsa, mesmo assim o Rdio é consideravelmente mais lento aqui e pior em conexões ruins.

    O Deezer sempre achei muito confuso e o Xbox Box music é muito bom, mas enquanto não der para personalizar as rádios nao rola pra mim.

    Ps. Sei que tirando o deezer, todos funcionam com o echonest.

  • Teca

    Sempre utilizei o Spotify no meu computador em Portugal e nunca tive nenhuma reclamação a respeito.. Chegando aqui no Brasil, tive a tristeza de me deparar com essa confusão de países não abertos para rodar o programa e depois de um tempo desisti de usá-lo. Essa semana recebi o código de acesso para utilizar o Spotify no Brasil mas agora me deparou com ooooutro problema, acaba-se tendo um conflito visto que se eu tento usar meu login do facebook (da mesma forma que usava em Portugal) ele diz que estou tentando acessar de outro país, qua do fui ver, minha acount está registrada como país Portugal e não posso mudar a config a não ser que eu seja membro premium.. e não sei por quê não é possivel cancelar a conta existente. Conclusao: login por email ou pelo face não rola porque aparentemente virtualmente ainda moro lá fora. Ô confusão! Alguem pode me ajudar? Hehehehe

  • Evandro

    Estoy testando o Spotify grátis por convite e até agora não me motivei a assinar pois uso diariamente o Grooveshark e todas as musicas que quero encontto nele. O Spotify ainda não me seduziu o bastante para assinar o plano deles, quem sabe mais pra frente eu mude de ideia, mas até lá o Grooveshark vai sendo meu player de música online favorito.

    Abraço Ghedin!

  • Melhor review comparativo que achei até aqui. Parabéns!

    Te dizer que tenho uma conta família no Rdio. Agora que minha esposa se acostumou a pegar os álbuns favoritos dela e sincronizar no celular pra ouvir no carro, o Spotify chega no Brasil!

    Uma coisa que me deixou bem tentado a ir para o Spotify é a velocidade do app no iOS. Eu ouvi em algum lugar que é lento no Rdio porque não é 100% nativo para cada plataforma.

    Uma coisa que me irrita no Rdio é as músicas ficarem indisponíveis e a chatice de solicitar novas músicas num questionário totalmente fora do sistema num questionário do Google Docs! Não sei se o Spotify passa por isso também.

  • Rafael Maia

    Cheguei nesse post hoje, e comecei a usar o spotify esse final de semana, e está salvando os álbuns, separados por artistas e tudo mais.
    Quanto a publicidade, a cada 5 músicas (+ou-) você escutar um “spotzinho” de alguns segundos não faz mal, e até o momento só escutei relacionados ao Spotify, possa ser que mude depois dos 30 dias, mas se for muito bom, como está sendo minha experiência, assino sem problema.

  • Gisele

    Achei o Spotify muito bom em comparação ao Rdio. Ele é mais rápido,com mais opções de musicas e no Rdio ha varias musicas indisponíveis,o que é muito ruim. O único ponto negativo do Spotify,no meu ponto de vista, é que para quem usa android e não tem muita memoria para salvar as musicas,é uma desgraça,o aplicativo não permite que ele seja movido para o cartão de memoria,o que lhe daria mais espaço para armazenamento

  • Alex

    Eu não gosto das listas e novidades no Brasil, não curto essas músicas.
    Tenho conta grátis e mudei o perfil para os EUA, basta usar um proxy americano que dessa forma permite mudar o país no perfil.
    Isso também libera o conteúdo bloqueado para o Brasil.
    Para cortar as propagandas, uso o “Blockify” que deixa os comerciais mudos.
    Fica aí a dica.

  • Falta uma música da Lorde no Pure Heroine (No Better) no Spotify, será que tem como comunicar a diretoria do App?
    P.S.: Sleigh Bells <3

  • Já utilizo a conta família do Rdio há uns 2 anos… até agora está tudo bem, fora algumas bandas mais alternativas que não tem no Rdio, mas também não tem Spotify.

    Para fazer alguns testes, resolvi criar a uma conta premium no spotify… não gostei principalmente por ser obrigado a instalar o programa no PC. No Rdio eu tenho a possibilidade de escutar somente fazendo login no site, não me obrigando a instalar nada… mas há o programa caso eu queira usar o Rdio fora do browser (não gosto do programado Rdio, acho que ele tem que melhorar muito).

    Enfim… para a minha necessidade o Rdio é a melhor escolha, principalmente por ter a conta família (uso para 2 pessoas).

    • Alex

      Não é necessário instalar o programa, o Spotify tem o Web Player.

  • Debora

    Rodrigo, eu tenho uma conta americana e sempre comprei premium pelo SpotCards, mas eles já estragaram 4 contas minhas por problemas de pagamento. Tentei comprar agora pelo site do spotify mesmo com cartao internacional e não tive sucesso, talvez pelo motivo da conta ainda ser americana. Não gostaria de perder as playlists dos EUA (como as musicas mais tocadas, novidades, etc).. se eu mudar para a conta brasileira, perderei essas playlists? Você que alterou a sua, pode me informar?
    Obrigada!

  • Caroline Varela

    Preciso muito de uma ajuda.
    Baixei o Spotify e sua conta Premium, sendo que ao fazer o download dos álbuns vejo que digamos as músicas ficam na “nuvem” do aplicativo, o que pra mim é ótimo, pois não utiliza a memória do telefone, sendo que não consigo colocar esse aplicativo na memória do cartão SD, pois vi que mesmo ele não salvando as músicas na memória do telefone, ele utiliza a memória para rodar o aplicativo e para a minha surpresa minha memória está esgotada uma vez que ele está utilizando 8 GB dela. Como faço para que o Spotify utilize a memória do cartão SD para rodar? Baixei cerca de 200 álbuns completos.

    Obrigada.

  • Essa informação sobre a ênfase em listas me ajudou a decidir. Pra quem gosta de playlists, é o paraíso :)

  • Jeferson Bastos