Mulher usando smartphone no ônibus.

Smartphones, objetos de transição e tempo intersticial

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14/2/17, 13h46 11 min 22 comentários

A ubiquidade do smartphone ainda suscitará muitas análises e estudos. Ela é sintomática ou um problema em si mesma? Usar tanto o smartphone causa efeitos colaterais? Bons ou ruins? Como nos adaptar às alterações sociais que esses pequenos objetos geram? São perguntas, em grande medida, ainda sem respostas, e que atiçam a curiosidade de muita gente. Sharif Mowlabocus, pesquisador da Universidade de Sussex, no Reino Unido, e autor do livro Gaydar Culture: Gay Men, Technology and Embodiment in the Digital Age (sem tradução no Brasil), tem uma teoria.

O paper de Mowlabocus intitulado “O ‘domínio’ do deslizar: Smartphones, objetos de transição e tempo intersticial” analisa o envolvimento do smartphone nos ritmos e rotinas do dia a dia tanto no nosso uso habitual quanto no cenário político-econômico em que ele se insere. Para tanto, o pesquisador busca amparo em ideias que, à primeira vista, talvez não tenham muito a ver com o objeto do estudo: as de D.W. Winnicott, muito influente no campo da psicologia infantil, e as de economia da informação e práticas trabalhistas contemporâneas de vários autores, como Manuel Castells, Robert Hassan e Zygmunt Bauman.

Mowlabocus reparou em um padrão que se repete em diversas situações sociais envolvendo smartphones: sempre que temos uma chance, recorremos ao aparelho. No início do trabalho, ele cita três delas e arremata:

Temos aqui três contextos bem diferentes nos quais o uso do smartphone parece ter se tornado uma atividade habitual, quase tranquilizadora. Três contextos bem diferentes são colocados juntos com uma similaridade temporal — aquela da espera; três contextos bem diferentes nos quais estamos fisicamente próximos dos outros, mas nos quais escolhemos dar atenção aos nossos dispositivos móveis, expressando uma preferências por redes digitais em detrimento das interações físicas.

O tema não é exatamente novo. Aqui mesmo no Manual do Usuário, uma das primeiras matérias do site falava do livro Alone Together, da socióloga Sherry Turkle. Ao mesmo tempo em que se debate muito isso, aumentam os riscos de cairmos, na discussão, em lugares comuns e pseudo-soluções frágeis. Pela recorrência desses problemas, o trabalho de Mowlabocus se destaca: suas hipóteses e embasamento são, para dizer o mínimo, originais, e, por isso, merecem atenção.

Objetos de transição

Criança segurando ursinho no meio da multidão.
Foto: Arnoooo/Flickr.

Winnicott, em seu vasto estudo sobre a psicologia infantil, trata do “objeto de transição”, um objeto muito significativo na fase da infância que nos ajuda a lidar com a revelação da existência de um mundo exterior e, ao mesmo tempo, serve de refúgio, uma fonte de segurança e familiaridade frente a essa e outras novidades desconcertantes muito comuns então.

O objeto de transição é o primeiro objeto “não eu” da criança. Ele facilita a noção do eu e do outro, servindo de ponte para o mundo exterior. Ao mesmo tempo, o objeto de transição desempenha outro papel em sentido contrário— é quase paradoxal. Ele é um porto seguro para a criança que descobre o mundo. Quando esse “mundo exterior” a oprime, contraria ou magoa, ela recorre ao objeto de transição em busca de confiança, segurança e conforto. Sete características formam um objeto de transição. Entre elas, sua propriedade deve ser absoluta da criança (e reconhecida pelos outros), ele deve suportar acessos de raiva e de amor e existir por si mesmo.

Você provavelmente teve um desses quando criança. Cobertas, como a do personagem Linus de Charlie Brown, e ursinhos de pelúcia são tipos muito comuns de objetos de transição. Você também já deve ter notado aonde Mowlabocus quer chegar, certo? Para ele, smartphones são os objetos de transição para adultos por excelência.

Os objetos de transição da infância não são destruídos com o passar à vida adulta. Eles ficam em um limbo; perdem importância, mas jamais são renegados. Ao mesmo tempo, recorremos a outras formas de nos relacionarmos com o mundo e alcançarmos aquele estado de segurança anteriormente provido por eles. Mowlabocus aponta a cultura de consumo como um forte substituto; a televisão, outro. Para muitas donas de casa até algumas décadas atrás, a TV era “um constante e pervasivo aspecto da vida cotidiana” e, ao mesmo tempo, um atalho para o mundo exterior.

Muito disso, com algumas adaptações, se aplica ao smartphone — dormimos com ele ao lado e somos acordados pelo seu alarme. Nesse intervalo, ele cumpre o papel de ser uma saída fácil do mundo:

Ao olhar para nossos smartphones, deixamos de estar, temporariamente, no lugar onde estamos fisicamente para entrar em outro espaço (mais confortável).

Mas, argumenta o pesquisador, o smartphone não é um sintoma. É, usando uma fala de Sherry Turkle, mais um exemplo do “preenchimento de lacunas”, do desejo de nos relacionarmos com objetos inanimados e formar laços com eles. Esse relacionamento, argumenta Mowlabocus, é nada menos que o investimento de poder que fazemos nos celulares. O poder de nos conhecer, de nos suportar, de estar ali para nós. É por isso, suspeita ele, que nos sentimos tão desconfortáveis quando esquecemos o smartphone em casa ou sua bateria acaba — mesmo quando não há absolutamente nada especial ou urgente a ser feito no aparelho.

Nada disso, porém, explica o motivo primeiro de criarmos tais laços. Na sequência do paper, Mowlabocus ataca esse ponto. Seu principal suspeito é o tempo e a maneira como nosso sistema político-econômico atual o molda.

Mulher andando com smartphone na mão.
Foto: Tetsuo Shimizu/Flickr.

Voltando à infância, o tempo representa uma brusca ruptura no universo da criança. É um fator externo que altera drasticamente sua vida. Os compromissos a que a criança passa a ter que cumprir são ditados pelo tempo e os momentos que ela tem com os pais, idem — no caso, devido aos compromissos, também pautados por horários, deles.

O tempo não é uma constante. No livro Sapiens: Uma breve história da humanidade, Yuval Noah Harari dedica um capítulo para contextualizar esse fato. Antes da padronização dos fuso-horários com base em Greenwhich, cada vilarejo inglês tinha seu próprio horário e eles divergiam enormemente, sem qualquer critério muito claro. Não fazia diferença, nenhuma atividade humana se pautava por horários, logo, sua importância era bem pouca. Perguntar as horas a um camponês na Idade Média seria não só inútil, mas te faria um excêntrico. Ninguém ligava.

A instituição dos fuso-horários segundo Greenwhich se deu por conta das linhas férreas e das navegações. De repente, horários sincronizados passaram a ter razão de ser. Mais tarde, durante a Revolução Industrial, mudamos mais uma vez a maneira de encarar o tempo. Dali para frente, ele se apoderou das nossas vidas. Hoje, excêntrico é viver no ritmo natural — acordar sem um despertador, passar um dia sem ter um horário marcado, ir para um bar e ficar à toa, sem preocupação com o relógio são todas situações raras.

No final do século XX, início deste, Mowlabocus argumenta que o capitalismo tardio implementou outra mudança na percepção do tempo, uma adequada às demandas da economia digital do pós-capitalismo. Em vez de atividades e períodos compartimentados (trabalho, sono, lazer, almoço), o tempo passou a ser binário. Agora, dividimos ele em dois estados: fluxo e interrupção.

Essa observação não é exclusiva dele. Giles Deleuze, no famoso artigo “Post-scriptum sobre as sociedades de controle”, observa a migração das sociedades de disciplina formuladas por Foucault para as de controle, diferenciadas exatamente pela noção do tempo e pela fragilidade das instituições que, na anterior, ditavam as nossas vidas — e os nossos horários.

A precarização do trabalho e o enfraquecimento das associações sindicais, abordadas por Deleuze, marcam presença no trabalho de Mowlabocus. Hoje, não paramos jamais. O único projeto socialmente aceito é o de melhorar a si mesmo e isso pode (deve) ser feito sempre que possível. A flexibilidade entre os estados de fluxo e interrupção se estende a todas áreas. O mercado estabelece essa dinâmica no trabalho e disso surgem os contratos temporários e a ideia de que cada um faz o seu para vencer na vida — eis o Uber e sua relação controversa com os motoristas, talvez o pináculo desse modelo.

A sociedade contemporânea nos força a fazer de tudo para nos adequarmos ao mercado, ainda segundo Mowlabocus. E, para piorar, ou como parte projetada do sistema, “essa precariedade é crescentemente apresentada como um problema individual que exige uma solução individual”. O que não é o caso.

De volta ao Smartphone

Homem andando e digitando.
Foto: Paul Brooker/Flickr.

O smartphone é o objeto perfeito para essa nova realidade. Ele nos lembra constantemente de que precisamos fazer alguma coisa, nem que seja andar após passar algum tempo sentado. Ele nos estimula a estar alertas e disponíveis o tempo todo — seja para responder uma mensagem de um colega ou um e-mail do trabalho na hora do jantar. Ele ofere um fluxo infinito de informações que pode ser aberto e interrompido a qualquer momento, sem muito prejuízo.

Mais do que derrubar as barreiras que separavam trabalho e lazer, o uso do smartphone acaba por ser uma espécie de trabalho em si mesmo. “O tempo livre é co-optado como se fosse uma commodity”. Curtidas no Facebook e fotos cuidadosamente editadas e enviadas ao Instagram são, afinal, formas de trabalho imaterial. Nesse sentido, o smartphone também nos treina e nos conforma ao mercado de trabalho contemporâneo.

Mowlabocus diz que teorias anteriores não conseguem explicar as diferentes texturas do tempo em nosso dia a dia. Com base na observação de que o uso do smartphone tende a ocupar um certo tipo de tempo, os intervalos entre atividades, ele batiza a esses de “tempo intersticial”:

Nossos smartphones assumem uma qualidade particular no tempo intersticial. Eles entram em foco na medida em que tomam a nossa atenção. Procuramos por eles nesses momentos “entre as coisas”. De certo, no coração desse comportamento — esse voltar-se à tela — está uma sensação de incerteza. Em resumo, o tempo intersticial marca momentos em que nos tornamos incertos — sobre o que fazer a seguir, sobre como ocupar o nosso tempo, sobre como “ser” em um espaço particular, talvez até sobre as nossas trajetórias de vida.

Se o smartphone funciona como um objeto de transição em uma economia da distração, diz o pesquisador, ele faz isso servindo como distração para o ritmo intenso das nossas vidas, oferecendo um lugar de conforto e reafirmação. Mas:

Paradoxalmente, o mesmo dispositivo que apoia o “fetiche da velocidade” do capitalismo tardio também oferece um mecanismo de escape dele (por mais ilusório que esse escape possa ser). Esse paradoxo ecoa o formato físico dos nossos primeiros objetos de transição, que, da mesma forma, servem a um propósito duplo, transitando entre o mundo ilusório do eu interior e a realidade do mundo exterior.

Em resumo, diz, smartphones “são a solução e (parte do) problema”. Nossas vidas são aceleradas com a ajuda deles e, ao mesmo tempo, buscamos por pausas do fluxo cotidiano e por um conforto e familiaridade no mesmo dispositivo.

Isso tudo talvez lhe soe meio óbvio, mas há embasamentos e desdobramentos importantes nessa pesquisa. Para citar um ponto, ela questiona a ideia de que somos donos do nosso destino e alheios ao que o mercado e a sociedade ditam:

O domínio do deslizar a que aludo no título deste artigo, então, é os nossos eu adultos tentando temporariamente brigar pela retomada do controle de um sistema que mal compreendemos; um sistema que faz muitos se sentirem impotentes, apesar de nos ser dito que somos os donos do nosso destino. Ao fazer isso, nos movemos para um espaço de “brincadeiras” recreativas, onde podemos ignorar as pressões implacáveis do “man-made time” e nos engajarmos em uma ilusão com os nossos dispositivos. Essa ilusão é, claro, a de que estamos no controle das nossas vidas e trajetórias.

A última frase, como toda boa última frase, explica em poucas palavras o argumento do pesquisador: “Eles [os smartphones] são produtos do nosso ambiente e são o método pelo qual lidamos com esse ambiente”. Soa como a um beco sem saída.

Foto do topo: Amor/Flickr.

  • João Paulo Bernardes

    Que texto mais foda Ghedin. Parabéns. Esse Sharif Mowlabocus já vai pra minha lista de ficar de olho. Muito foda.

  • Excelente texto, Ghedin. Fez-me refletir como uso o celular como um ponto de escape para os momentos de estresse, como um ponto de fuga momentânea da realidade. Penso se consigo fugir desse comportamento já tão enraizado…

  • ditom

    Entendo o texto. Mas acho que não é exatamente o smartphone em si que possibilita esse tempo intersticial. Penso que são os aplicativos. Se você fizer a experiência que fiz, de apagar todos os aplicativos do telefone, a ausência de WhatsApp, Telegram, um jogo, vai lhe levar a um estado crescente de ansiedade: síndrome de abstinência. No limite, sim, é o smartphone que lhe permite isso, mas poderia ser um tablet ou um netbook.
    Por diversos compromissos, minha experiência teve de ser abortada logo em seguida. Foi o tempo de alguns dias fora do trabalho.
    Mas penso em fazer de novo e levar até o final, a ferro e fogo! :-)

    • Eu discordo disso, @ditom:disqus. Aplicativos são intrínsecos aos smartphones — não dá para falar em smartphone e ignorar apps. E, creio, o mesmo fenômeno não se replicaria em tablets e netbooks por diversos fatores como portabilidade e intimidade do usuário com o objeto. O smartphone tem características únicas. Não é à toa que, de toda a parafernália que temos à disposição, ele é o objeto mais popular, disparado.

      • ditom

        Bem, eu sou viciado em tablet. Meu iPad é, de longe, mais usado que meu smartphone.
        Conheço quem faz uso intensivo de um notebook, utilizando-o nas mais variadas horas do dia. Seu smartphone é usado apenas para o WhatsApp.
        Mas, sim, reconheço que o comentado é mais comum entre smartphones e seus usuários, até por sua ubiquidade, como você menciona.
        Mesmo assim, creio que a relação é a mesma entre meio e mensagem. Para mim, não é o smartphone que faz o app, mas os apps que fazem o smartphone.

        • É que eu (e, imagino, o autor) não faço essa distinção entre smartphone e app. As duas coisas estão grudadas — não é concebível um smartphone sem apps —, o que torna essa distinção desnecessária.

          Além de mais comum por qualquer observador atento, as estatísticas também dão conta da força maior que o smartphone tem no contexto social. No último trimestre, por exemplo, a Apple vendeu quase 80 milhões de iPhone e “só” 10 milhões de iPad. Há e sempre haverá casos que fogem da norma, como é o seu, mas a norma é o smartphone ser o centro, ou o gadget de escolha das pessoas.

          • Roderico

            Não só essa proporção de 8 iPhones vendidos pra cada 1 iPad, mas também importante mostrar a curva de tendência. Se compararmos os 3 últimos meses de 16 contra igual período em 15, vemos um crescimento de 5% na venda de iPhones contra uma queda de 19% em iPads. Isso falando de unidades vendidas.

            Isso reforça que não apenas a norma é o smartphone ser o centro, como essa distância ainda está aumentando em relação aos tablets.

  • Frederico

    Como você chegou nesse autor, Ghedin?

    Eu não sei, tem alguma coisa no texto que achei estranho. Acho que não compreendi muito bem quando o assunto vai para o tempo, fluxo e interrupção.

    Digo, acho que entendi o conceito de objeto de transição e achei bem interessante a aplicação disso ao smartphone, mas não entendi muito bem a fundamentação argumentativa com base no tempo.

    • Estava no Pocket, devo ter pego de alguém que compartilhou no Twitter. Às vezes eu me deparo com umas coisas no Pocket que não sei nem por que salvei.

      O que o autor argumenta, ou o que entendi, é que a nossa percepção de tempo mudou na virada do século devido ao mercado, ao capitalismo tardio. (É algo de que Deleuze, citado no texto, também fala, com outras palavras.) Antes, no período pós-guerra até os anos 1980, nosso tempo era bem dividido: lazer e trabalho, expediente, igreja, tínhamos instituições que moldavam essa percepção.

      O pós-capitalismo moderno destruiu isso. Um motorista do Uber, para irmos ao exemplo mais extremo, trabalha a qualquer hora, quando quer ou quando a demanda/os valores são melhores, sempre alerta. Para ele, o tempo, que antes era compartimentado, está dividido em dois tipos: fluxo e interrupção.

      Aí entra o smartphone, que se integra muito bem a essa dinâmica de tempo. Tanto é que o Mowlabocus, autor do paper, acha que o smartphone é, entre outras coisas, um objeto de treinamento para essa economia da informação pós-captalista. E, paradoxalmente, já que ele faz parte do aparato que instaura essa noção de tempo hoje, vemos o smartphone também como um escape desse ritmo — quando temos um intervalo para respirar, um período de espera à toa sem ter o que fazer ou nos sentimos oprimidos por esse ritmo insano do mundo, nos voltamos ao smartphone em busca de conforto, familiaridade e segurança.

      Ficou mais claro?

      • Fabio Montarroios

        Só acho que autor forçou um pouco a mão quando ele diz que do pós-guerra até 1980 havia uma acentuada ‘compartimentação’ do tempo… Esse período foi atravessado por diversas mudanças comportamentais (revloução sexual, maio de 68, a contracultua, guerras, corrida espacial etc) que influenciaram o mundo todo e foi um período muito forte pra televisão que, sim, era regulada pela grade de programação em horários determinados, mas, ainda assim… tinha uma influência enorme. E ignora-se um pouco a ascensão das estradas e dos voos domésticos e internacionais q fazem as pessoas se deslocarem e terem outra apropriação do tempo e do espaço, já q tudo foi reduzido pela velocidade… De resto, achei extremamente interessante a forma de ver o celular como um preparatório ao capitalismo atual. As escolas fazem isso com a gente, esse adestramento pra vida moderna, agora escolas q aceitam celular em sala de aula farão mais e melhor! Só q prefiro ainda imagem de pessoas comungando qdo estão todas com seus celulares nas mãos…

  • Breno

    Nada a ver com o texto, apenas uma afirmação: Aguardando o dispositivo definitivo da Microsoft para o segundo semestre do ano.

    • jairo

      Segundo semestre de qual ano ?2019 , 2020…..

      • Breno

        Respondendo a sua curiosidade, é para esse ano. Mas uma empresa desse porte pode rever sua estratégia e adiar, pois existem vários estudos de mercado. Mas como você não é usuário, não fique assim.

      • Breno

        Respondendo a sua curiosidade, é para esse ano. Mas uma empresa desse porte pode rever sua estratégia e adiar, pois existem vários estudos de mercado. Mas como você não é usuário, não fique assim.

      • Breno

        Respondendo a sua curiosidade, é para esse ano. Mas uma empresa desse porte pode rever sua estratégia e adiar, pois existem vários estudos de mercado. Mas como você não é usuário, não fique assim.

      • Breno

        Respondendo a sua curiosidade, é para esse ano. Mas uma empresa desse porte pode rever sua estratégia e adiar, pois existem vários estudos de mercado. Mas como você não é usuário, não fique assim.

      • Breno

        Respondendo a sua curiosidade, é para esse ano. Mas uma empresa desse porte pode rever sua estratégia e adiar, pois existem vários estudos de mercado. Mas como você não é usuário, não fique assim.

      • Breno

        Respondendo a sua curiosidade, é para esse ano. Mas uma empresa desse porte pode rever sua estratégia e adiar, pois existem vários estudos de mercado. Mas como você não é usuário, não fique assim.

        • jairo

          Sei , sei , tadinho

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  • Ainda é difícil entender o tamanho do impacto que os smartphones exercem nas nossas vidas. Comecei a pensar mais sobre isso após ser obrigado a ficar um tempo sem o meu; foram dias em que eu fiquei desnecessariamente ansioso e irritado. Acho que uma das razões dessa dificuldade é que esses sintomas afastam nossa sociedade de uma forma homogênea: se antes nossos pais reclamavam do uso abusivo do computador, hoje eles usam seus smartphones tanto quanto a gente. Vamos precisar de mais tempo e reflexão pra entender esse beco sem saída.

  • Excelente texto, um pensamento interessante.
    Pessoalmente me preocupa a relação que as pessoas tem tido com o trabalhoXvida pessoal parece que o segundo vem perdendo valor, mas ao mesmo tempo vem se percebendo sua importância.
    Estamos em um mento delicado em que tudo se mistura e o smartphone é a materialização disso pelo que me parece.