Review do Lumia 1020.

[Review] Lumia 1020, que bela câmera você tem

Por
10/2/14, 12h31 13 min 12 comentários

Quando o 808 Pureview foi lançado a Nokia já tinha em seu portfólio aparelhos rodando Windows Phone. Dizem nos bastidores que a primeira câmera de 41 mega pixels em um smartphone saiu com o Symbian, na ocasião já condenado pelo CEO Stephen Elop, porque o projeto era antigo, fora iniciado antes do acordo com a Microsoft e, portanto, otimizado para aquele combalido sistema.

Claro que era questão de tempo, dado o comprometimento da Nokia com a Microsoft, para que a mesma tecnologia migrasse para um Windows Phone. Tivemos um teaser com o Lumia 920, equipado com uma câmera também chamada Pureview, mas com “apenas” 8 mega pixels. O que todos esperavam, mesmo, era o Lumia 1020.

O número de mega pixels impressiona, são 41, mas ele se traduz em fotos realmente boas? Venha comigo e descubra.

Review em vídeo

  • Está procurando pelo manual do usuário oficial da Nokia? Clique aqui (PDF).

Como espremeram 41 mega pixels aí dentro?

[insert]

O singelo calombo nas costas do Lumia 1020.
Foto: Rodrigo Ghedin.
[/insert]

É possível pensar no Lumia 1020 como uma fusão do Lumia 920 com o 808 PureView. Do primeiro vem o design industrial, o sistema operacional e outras convenções de uso. Do segundo, a câmera.

O que poderia resultar em um frankenstein, em um dispositivo desengonçado, saiu-se muito bem, na realidade. O Lumia 1020 é 3,5 mm mais fino que o 808 PureView, 27 g mais leve que o Lumia 920 e, no geral, mais confortável de usar que esse — além do peso, ele esquenta menos. Com espessura de 10,4 mm e pesando 158 g, é um smartphone que não chama a atenção por ser grosso ou pesado. O que, considerando a câmera que traz nas costas, é um feito e tanto.

O design do Lumia 1020 basicamente repete o de outros Lumias. Nada de errado aqui, já que a distribuição dos botões e portas é bastante coesa e os materiais usados, de bom gosto. Ele só se diferencia mesmo pelo calombo da câmera, necessário para acomodá-la. Embora não dificulte, esse detalhe exige certa adaptação do usuário no manuseio do aparelho.

[insert]

Segurando o Lumia 1020.
Foto: Rodrigo Ghedin.
[/insert]

O hardware é similar ao do Lumia 920, com duas mudanças apenas. Em vez de 1 GB de RAM, aqui são 2 GB — diferença que no dia a dia não se traduz em mais velocidade ou qualquer outra vantagem aparente. Essa quantidade extra de memória talvez ajude a o Lumia 1020 a resistir melhor ao tempo.

A outra está na tela. Além de ganhar a versão mais recente do revestimento Gorilla Glass (3), ela foi feita com outra tecnologia. Sai o painel IPS LCD do Lumia 920, entra um AMOLED. E nós, caímos naquele velho debate acerca de preferências.

Não sou o maior fã de telas AMOLED, que tendem a serem super saturadas. A do Lumia 1020, porém, faz sentido pelo Windows Phone com suas telas majoritariamente pretas, cor que ajuda a economizar bateria com esse tipo de painel. E no geral, as cores não são tão berrantes quanto nas telas da Samsung ou do Moto X — existe, ainda, opções para controlar a saturação e a temperatura dela. Ainda prefiro um bom painel LCD, mas entre as telas AMOLED que testei recentemente, esta foi uma das que mais me agradaram.

Tela AMOLED do Lumia 1020.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Os alto-falantes, tanto do telefone, quanto o externo, são bem competentes. A bateria dura um dia tranquilamente, mesmo tirando fotos ocasionais.

É difícil encontrar pontos fracos no hardware do Lumia 1020. Ele não tem o SoC mais avançado, ou a tela com maior resolução, mas é um conjunto super equilibrado. E, meio que como uma cereja do bolo, ainda é bonito. A unidade que testei, branca, não esconde a suscetibilidade a marcas de uso; nisso o preto, como é o meu Lumia 920, sai ganhando. Mas a cor chama mais a atenção e (novamente, preferência pessoal) é bem mais charmosa.

Câmera

[insert]

Detalhe da câmera do Lumia 1020.
Foto: Rodrigo Ghedin.
[/insert]

De todos os motivos que você pode alegar para querer um Lumia 1020, o mais compreensível é a câmera. Os 41 mega pixels são apenas parte do que faz essa câmera ser tão incrível. Quanto, especificamente? O suficiente para substituir uma compacta sem medo de perder qualidade nas fotos.

O Lumia 1020 tem um sensor enorme, de 1/1,5″. Boas câmeras de smartphones de ponta contam com sensores menores; algumas das melhores, como a do iPhone 5s e do Lumia 920, tem sensores de 1/3″. Câmeras compactas, em geral, apresentam sensores de 1/2,3″. Na prática, quanto maior o sensor, mais luz é absorvida e, consequentemente, mais detalhes e menos ruído aparecem nas fotos.

Tamanhos de sensores comparados.
Sensores em perspectiva. Imagem: Sensor Size Comparison.

Com o Nokia Camera, app indicado para fazer fotos no Lumia 1020, cada clique gera duas imagens. Uma delas, enorme, com 34 ou 38 mega pixels — embora o sensor tenha 41 mega pixels, ele é redondo; o corte retangular explica esses números menores, que variam de acordo com a proporção, 16:9 ou 4:3, respectivamente.

Ao mesmo tempo é gerada outra foto, de 5 mega pixels, que se beneficia dos pixels excedentes para aumentar o detalhamento das imagens. Nessa, sete pixels se unem em um só, técnica conhecida como oversampling. Os resultados são magníficos e, de quebra, os arquivos são consideravelmente melhores, mais adequados ao compartilhamento na Internet.

Fecham as características da câmera o conjunto de lentes Carl Zeiss com abertura fixa f/2.2 e um sistema de estabilização ótica de imagem bem competente.

É difícil encontrar queixas nas fotos feitas em condições ideais — leia-se com bastante Sol. Mas mesmo em locais menos convidativos, como à noite ou com iluminação artificial, as fotos feitas com essa câmera impressionam.

Controles manuais no Nokia Camera.
A interface do app Nokia Camera.

O Nokia Camera é uma das melhores, se não a melhor interface de câmera em smartphones. Para leigos, oferece uma abordagem direta e livre de frescuras: toque na tela para focar, use o botão (virtual ou físico, que também abre a câmera mesmo com o aparelho bloqueado) para disparar. A graça da coisa, porém, está nas configurações manuais.

Dá para mexer no brilho, velocidade do obturador, sensibilidade do ISO, foco e equilíbrio de branco. A abertura fixa limita um pouco as possibilidades, mas perto do que outros smartphones oferecem esse menu é bem saboroso.

Você se verá com boas fotos, no automático, quase sempre. Eventualmente algum conhecimento extra em fotografia pode ajudá-lo. A longa exposição (até quatro segundos) é divertida, por exemplo, e o equilíbrio de branco ajustado manualmente ameniza a estranha tendência a cores quentes que a câmera apresenta em situações de pouca luminosidade.

São situações atípicas (e solucionáveis também com pós-edição) que se destacam em um mar de fotos maravilhosas com tudo no automático. Ah, e caso uma foto fique subexposta, vale a pena passá-la pelo tratamento “mágico” da galeria do Windows Phone; em alguns casos ajudou um bocado aqui.

Detalhe do Lumia 1020.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Acho que vocês querem ver fotos, né? Então vamos a alguns exemplos. Todas as imagens foram feitas com o Nokia Camera nas configurações automáticas (salvo quando especificado) e não sofreram qualquer tipo de pós-edição. Usei as versões de 5 mega pixels delas.

Uma das coisas mais legais que uma grande abertura permite é brincar com a profundidade de campo — aquele efeito de desfocar o fundo, o famoso bokeh:

Desfocar o fundo é fácil graças à grande abertura da lente.
ISO 100, f/2.2, 1/899s. Redimensionada para 960×540. Foto: Rodrigo Ghedin.

O intervalo dinâmico da câmera é sensacional. Sem recorrer ao HDR, regiões bem contrastadas saem com boa clareza:

Bom intervalo dinâmico na câmera do Lumia 1020.
ISO 100, f/2.2, q/966s. Redimensionada para 960×540. Foto: Rodrigo Ghedin.

Câmeras de baixa qualidade se complicam na hora de exibir detalhes de, por exemplo, folhas. Para o Lumia 1020 elas não são problema:

Detalhe de folhas em foto feita com o Lumia 1020.
ISO 100, f/2.2, 1/530s. Crop em 100%. Foto: Rodrigo Ghedin.

Outra em detalhe. Repare como as pessoinhas ficam bem visíveis:

Pessoinhas visíveis na foto.
ISO 100, f/2.2, 1/2326s. Crop em 100%. Foto: Rodrigo Ghedin.

As fotos ficam lindas:

Prédio contra o céu azul, foto feita com o Lumia 1020.
ISO 100, f/2.2, 1/1852s. Redimensionada para 960×540. Foto: Rodrigo Ghedin.
Calouros sujos flagrados com o Lumia 1020.
ISO 100, f/2.2, 1/1393s. Redimensionada para 960×540. Foto: Rodrigo Ghedin.

E, claro, dá para brincar com longa exposição. A abertura fixa e a velocidade máxima de quatro segundos limitam um tanto as coisas, mas dá para compensar um pouco isso mexendo no brilho e na sensibilidade do ISO.

Longa exposição, de 2 segundos, com o Lumia 1020.
ISO 100, f/2.2, 2s. Redimensionada para 960×540. Foto: Rodrigo Ghedin.

Abaixo, um álbum essas e outras fotos. Você já sabe, mas não custa lembrar: para ver em alta resolução basta clicar no ícone da engrenagem e, depois, em “View full resolution”. Aos curiosos, subi algumas fotos em 34 mega pixels no Flickr, neste álbum. Tome cuidado caso resolva abri-las na resolução máxima; o tamanho varia de 7 a 12 MB.

Quanto aos vídeos, nada a reclamar também. O sensor gigantesco permite dar zoom digital sem perdas. Como? Cortando-o. Em 1080p dá para avançar até 4x, em 720p, até 6x. Senti falta de um indicador, na tela, do limite dessa “zona segura”; o zoom vai mais longe, degradando a imagem a partir de certo ponto.

Não é só no vídeo que o Lumia 1020 surpreende. A Nokia colocou uma tecnologia chamada Rich Recording no aparelho que consegue gravar áudio stereo com distorções mínimas. Meu parâmetro mais familiar, o Nexus 4, é um desastre nesse aspecto: aumente o som um pouquinho e, na gravação, ele vira um ruído indistinguível. Outros de ponta seguram bem a onda. Neste aqui, há uma singela melhora. O som parece mais vivo.

No vídeo review, lá em cima, tem alguns exemplos de vídeos feitos com o Lumia 1020.

Como vai o Windows Phone?

O Windows Phone é um ponto fraco no Lumia 1020.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Se você quer a melhor câmera em um smartphone hoje, não tem muito para onde correr. O Lumia 1020 leva essa com relativa facilidade. Mas se você quiser o melhor smartphone com uma boa câmera, aí a escolha deixa de ser tão simples. Calma. Pegue um banquinho, sente-se e vamos conversar.

O último ano foi bem generoso com o Windows Phone. O sistema da Microsoft, que luta para alcançar Android e iOS, ganhou um punhado de apps populares que faziam falta e algumas atualizações tímidas, mas que reforçadas pela Nokia em seus Lumias (Glance! Dois toques na tela para ligá-la!), supriram várias lacunas da plataforma.

Apesar do avanço, a Microsoft ainda está correndo atrás. Quando você não consegue conectar a uma rede Wi-Fi corporativa porque o protocolo de segurança não é suportado, ou entendido, ou sei lá o que acontece com o Windows Phone, é frustrante. Quando o bate-papo do app do Facebook se enrosca para exibir as últimas mensagens e leva segundos para abrir, mesmo em um hardware claramente capaz como este, a frustração se transforma em irritação. Quando duzentas notificações ficam aparecendo no topo da tela, ocupando a área real de apps, e o sistema não fornece um jeito de ignorá-las todas de uma vez, quase dá uma taquicardia.

Esses pequenos deslizes, acumulados, evidenciam que o Windows Phone ainda não chegou lá. Falta polimento, especialmente das third parties.

Não me entenda mal. Dá para viver perfeitamente com um Windows Phone hoje. Ele é, ao contrário do que possa parecer, muito legal. Tem uma navegação suave, alguns apps que exploram corretamente as diretrizes de design e são bacanas e, no fim do dia, dificilmente você terá deixado de fazer alguma coisa por limitação do sistema — exceto se tiver que se conectar a uma daquelas redes Wi-Fi.

O problema é que um punhado dessas coisas são mais difíceis ou mais cansativas no Windows Phone. Não sei se é má vontade dos desenvolvedores, mas suspeito que seja isso somado a algumas limitações do sistema. Os apps, quando existem, são inferiores às suas contrapartes no Android e, principalmente, no iOS. E isso pesa na balança. É inexplicável que um cara, sozinho, consiga fazer um Instagram melhor que o Instagram oficial, por exemplo. E nada justifica o fato de o Facebook mostrar as atualizações e os parabéns dados a absolutamente todos os seus contatos na rede.

O Windows Phone tem algumas carências internas, mas ele sente falta mesmo é do amor dos desenvolvedores. Jogos chegam com atraso (quando chegam) e apps populares, embora disponíveis, são claramente piores, quando não são semi-abandonados — Twitter, Foursquare… alguém aí?

O Lumia 1020 agrada muito

[insert]

Notebook, Lumia 1020, Lumia 920.
Foto: Rodrigo Ghedin.
[/insert]

O Lumia 1020 chegou ao Brasil com o preço sugerido de R$ 2.399. Hoje, com pouca pesquisa é possível encontrá-lo por cerca de R$ 2.000.

A câmera PureView é, sem muito esforço, o ponto alto do Lumia 1020. Mas, e aqui confesso ter ficado um tiquinho surpreso, no geral ele é um aparelho muito equilibrado. Ele não coloca muitos empecilhos no uso rotineiro (salvo as deficiências do Windows Phone) e… bem, foi um dos mais divertidos que já passaram pelo crivo do Manual do Usuário.

O Windows Phone vai melhorar, esteja certo disso. O Lumia 1020, idem — a atualização Black traz, por exemplo, suporte a fotos em RAW, uma novidade apetitosa para fotógrafos. Essa promessa de evolução do sistema vem desde a apresentação do sistema, mas não se prenda a ela nesse caso; considere os avanços do Windows Phone um bônus. Desde já, quem se dispôr a comprar um Lumia 1020 estará bem servido. É o melhor Windows Phone do momento e um dos melhores smartphones do mercado.

Imagem do Lumia 1020.

Compre o Lumia 1020

Comprando pelos links acima o preço não muda e o Manual do Usuário ganha uma pequena comissão sobre a venda para continuar funcionando. Obrigado!

  • Jonathan

    Ainda tenho muito preconceito com windows phone. Um sistema sem uma boa central de notificações hoje é totalmente inviável. Mas a câmera causa inveja em qualquer pessoa. Comecei com um iphone 4 e depois S3 e agora estou com o moto X, ainda acho que as fotos no iphone 4 eram excelentes assim como o S3, já o moto x peca muito nesse quesito.

    • Victor

      Cara, o Windows Phone 8.1 está aí pra resolver isso. Já uso e não me arrependo ;)

  • Eduardo

    Sensacionais (detesto usar esse termo, mas aqui não vejo outro mais adequado) as fotos do Lumia 1020. Os megapixels juntos com o sensor enorme e o software fazem uma diferença gigantesca.

    Se o normal para câmeras de smartphone (mesmo as boas) é de fotos ótimas durante o dia com bastante luz e no máximo meia-boca de noite, taí um aparelho para redefinir os padrões.

  • Rogério Calsavara

    Curioso como frequentemente vejo avaliações dos aparelhos Lumia em que se louvam as qualidades do hardware, mas sempre se coloca o sistema Windows Phone como o “porém”. E mais curioso ainda é a dificuldade do sistema emplacar em definitivo, mesmo com um nome tradicional e de respeito como a Microsoft por trás. Se o Windows Phone sofre desse jeito, o que dizer dos novos sistemas que acabaram de chegar ou estão em vias de serem lançados: Tizen, Firefox OS, Ubuntu Phone e Sailfish? Haverá espaço para mais algum sistema em um cenário em que parece mal haver espaço para o Windows Phone? Será que o Android já se estabeleceu em definitivo como sistema dominante nos smartphones tal como o Windows nos computadores? Não terá como deixar esse jogo mais equilibrado?

    Me desculpem um comentário tão “fora do tema”. Deveria falar mais do Lumia 1020, mas é que realmente chama a atenção o contraponto excelência do hardware versus sistema “mais ou menos”.

    • Imagine, é um assunto bem pertinente!

      O que falta ao Windows Phone, talvez, seja bagagem, tempo de estrada mesmo. Muitas coisinhas, muitas arestas a serem aparadas surgem com o uso. Ele chegou depois e com convenções pouco usuais (interface Metro, ferramentas de desenvolvimento complicadas para desenvolvedores que sempre trabalharam com sistemas Microsoft). Não é desculpa todo essa demora em engrenar, mas serve de justificativa.

      Desses novos sistemas, acho que os com foco em modelos de entrada, como Firefox OS e Tizen, têm mais chances de vingar. Ainda assim, são poucas. O Google está otimizando o Android para hardware fraco e o Windows Phone já é bem amigável para celulares pouco poderosos. E ainda é preciso atrair a atenção de desenvolvedores, agregar serviços, oferecer diferenciais… Não é fácil, e o Windows Phone está aí para provar.

  • Se esse aparelho tivesse um snapdragon 800, bateria de uns 3100mah e Android… Seria de longe o melhor smartphone da atualidade.

    • Felipe

      Bugdroid, quis dizer, ne? Cara, quem nunca usou um Windows Phone nao pode falar o que não sabe! O sistema vem sendo incrementado constantemente, estão vindo uma gama de app e o lumia 1020 é fantástico! Tenho um L920 e meu sonho é dar um upgrade pro 1020. E minha experiência com Android foi um lixo! Vai por mim, WP está muito boa! Ah, referente aos app, tem um desenvolvedor que adapta os app mais usados (vines, instagram e snapchat, por exemplo) para o wp e acaba fazendo um trabalho muito melhor! Ex mesmo é o snapchat. Snapchat do rudy(desenvolvedor citado) é bem melhor que o próprio oficial para os outros SO. Bem melhor que digo com mais funções.

      • O Android dá uma liberdade que nenhum outro faz.

        Eu não quero um smartphone somente para rodar whatsapp e facebook.

        Vou citar uns exemplos e pergunto se no windows phone alguém poderia fazer isso:

        1 – Utilizar o freedom para simular uma compra e ter gratuitamente folha de são paulo, veja e vários outras revistas gratuitamente, direto pelo aplicativo oficial?

        2- Rodar Faceniff ou AndroidSheep e ter acesso ao facebook e e-mail de qualquer amigo que esteja na mesma rede wifi? *Isso deixou de funcionar com o facebook alguns meses atrás =(

        3- Utilizar o tasker e ter um poder de automatização absoluto.

        4- apk gratuito ao alcance de um click.

        5- alterar o sistema, formatar, reinstalar de uma forma completamente acessível e simples.

        entre outros que nem perderei meu tempo comentando

        • Ou seja, o paraíso da ilegalidade e também da insegurança virtual. Não, obrigado.

          • Diego Carvalho

            Agora Microsoft virou símbolo de segurança?
            Basta o sistema ficar um pouco mais conhecido e as falhas virem a tona.

            O item 1, 2, 4 são escolhas particulares.

            Item 3 e 5 você não comenta nada?

            Ahhh se quiser segurança basta não ter root, instalar nenhum aplicativo “suspeito” e baixar tudo pela google play.

            .

  • nina

    Ainda não comprei o meu por não ter certeza se pego o 1020 ou espero o 930!!! Ouvi dizer qe o 1020 não vai ter sucessor o qe seria uma pena! Ainda “to” na duvida apesar da matéria ser ótima e atentar ainda mais em ir buscar o 1020! O pior é qe ninguém da uma opinião concreta… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk… sou fotografa, amei o 1020! Acho qe qero, acho qe qero esperar o 930… ai não sei! Rs…

  • Pingback: cat 4 brother()