Post livre #76

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10/3/17, 8h34 1 min 48 comentários

No post livre, temos o espaço para comentários para conversar sobre quaisquer assuntos, da manhã de sexta até a noite de domingo. Sugira temas, participe dos propostos pelos outros leitores, vamos interagir!

  • Helder

    Bom dia pessoal, câmeras de ação? Estamos presos apenas a go pro ou temos alternativas eficientes por ai?

    • Reinaldo Santos

      Para filmar meus passeios de bicicleta e viagens, uso a câmera Navcity NG-100. Ela é bem básica e não tem como comparar com uma GoPro, mas por custar bem pouco e filmar razoavelmente, para mim é um bom custo benefício.

      • Aldo Cintra

        Eu tenho essa Navcity NG-100 e ela me quebra um galho legal viu.
        Paguei 199 na época e acho que só as coisas que já fiz com ela, já valeu a pena.
        Comprei mais acessórios para ela no AliExpress (case para transporte, uma capa de silicone para proteger e deixá-la inteira preta, bóia etc) e valeu a pena.
        Além do que, esses acessórios servem para a GoPro também, caso um dia adquira uma.
        E também sempre ouço falar bem das Xiaomi.

    • As da xiaomi tem ótimo custo x benefício, vale conferir

    • Recomendo essa aqui: http://www.gearbest.com/action-cameras/pp_265287.html?wid=21

      Mas caso não queira importar, essa ng-100 da navcity é uma boa alternativa.

  • Já que o minimalismo é um tema comum aqui no MdU, acho legal compartilhar essa crítica ao “movimento” aqui: https://www.theguardian.com/lifeandstyle/2017/mar/04/minimalism-conspicuous-consumption-class .

    Achei um tanto raivosa a crítica, mas tem pontos válidos em relação a suposta superioridade de quem apoia esse tipo de consumo, uma postura similar as pessoas que gostam de viajar e ler por exemplo.

    Pessoalmente gosto da ideia de minimalismo, mas é um típico problema de pessoas privilegiadas, um “first world problem”. Só quem tem condições precisa repensar em consumir menos, mas da minha parte nunca interpretei como uma ação social, apenas algo de interesse pessoal: assim eu gasto menos, tenho menos coisas para cuidar e posso investir mais em coisas que realmente importam. Algo de cunho prático, não muito mais que isso.

    Em relação a estética, talvez inescapável depois do séc. XX justamente pela necessidade de produção industrial. Dá para fugir, mas não muito, Olhando prédios neo-clássicos, me parece claro que não dá mais para fazer algo que não seja uma caricatura do que era construções antes do séc. XX. Apesar de estar na moda há anos, ainda gosto dessa estética,

    • “assim eu gasto menos, tenho menos coisas para cuidar e posso investir mais em coisas que realmente importam”

      Eu sou adepto do minimalismo por isso, e já o fazia sem saber o que era, levo para tudo, se tem app que não uso no celular, apago, se comecei a ler um livro e me desagradou, eu paro, tento fazer somente coisas agradáveis a mim, e que economizem tempo, pois o meu já é escasso.

      E eu não tenho nenhum problema com quem tem entulho de coisas, só não o faria pois eu perderia muito tempo com esse estilo de vida.

    • Paulo Pilotti Duarte

      A imensa maioria das preocupações de uma pessoa de classe média vai se encaixar no “first world problems” mas isso não é necessariamente ruim ou invalide a preocupação apenas porque determinada pessoa tem condição de se preocupar com isso. Essa condição deveria ser universal, inclusive.

      Acho que a preocupação com o minimalismo tem uma certa afirmação social implícita sim, quem escolhe está passando uma clara mensagem para os outros que, não raro, é uma mensagem que foi moldada por meio de marketing (o minimalismo vende como sofisticação e cria um pertencimento na pessoa que o pratica, a Apple sabe muito bem disso). O paralelo com os amantes de viagens eu nunca tinha pensado, mas, é verdade e cabe muito bem a correlação nesse caso (amantes de viagens adoram dizer que você não viaja porque não quer, dando 1000 dicas de como economizar e etc, se esquecendo do acesso que a foi falado lá em cima, coisa que ao menos os minimalistas ainda não fazem, até porque, ao fazer isso acabariam matando um dos pontos-chave do minimalismo é que a pouca penetração e a diferenciação que ele trás aos seus adeptos).

      Sobre arquitetura, muito mais o estilo neo-clássico ou art deco ou art nouveau do que esse emaranhado de prédios espelhados que eu chamo de “neo arquitetura classe media paulista” que além de padronizar a cidade, ainda são de um tremendo mau gosto.

      • Frederico

        Esse estilo que você não gosta é uma evolução do que foi chamado de “estilo internacional” durante o período mais racionalista da arquitetura moderna.

        • Paulo Pilotti Duarte

          Obrigado, não sabia que tinha um nome (e olha que eu procurei aqui).
          Pra mim é terrível, sem senso estético e asséptico.

      • Seu ponto sobre viagens me lembrou do livro do Caio Castro, aquele ator que declarou não gostar de ler. Ontem tive a oportunidade de folheá-lo numa livraria e me pareceu uma versão concentrada e com muitas fotos dos textões do Medium “larguei tudo e fui viajar”.

        Esperto ele foi unindo o agradável ao rentável, mas fiquei pensando em várias coisas. Se esse tipo de coisa vende, por exemplo, e, se sim, que tipo de público consome algo tão grotesco e superficial…

        • Paulo Pilotti Duarte

          Eu acho que vende (investindo em publicidade, tudo vende, não duvido que ele só seja a cara do livro e todos os textos não tenham sido escritos por um ghost writer) e eu acho que quem lê isso busca uma confirmação do que já tem na cabeça, mais ou menos como uma auto-ajuda (forçando um pouco).

          A pessoa já tem uma ideia central de sair pra viajar, largar tudo, etc. E busca nos textos a desculpa pra isso – ou a justificativa social. Ali é só o reforço positivo que ela precisa pra realmente “largar tudo e viajar o mundo conhecendo novas culturas”.

    • Frederico

      Ainda não li, joguei no instapaper para ler no Kindle, mas acho que há de se diferenciar o minimalismo enquanto fenômeno principalmente de sociedades orientais (indígenas talvez também – carece de fontes) e enquanto marketing/produto etc.

      • Não entendi muito bem, pode dar um exemplo? Eu separei em estética e “filosofia”, mas essa outra divisão não estou enxergando.

    • tuneman

      “eu gasto menos, tenho menos coisas para cuidar e posso investir mais em coisas que realmente importam.”
      esse é um mantra da minha vida.
      conheço gente neurótica em ganhar dinheiro, adquirir bens e depois reclamar do custo de manter esses bens. Ou planejando viagem pra praia enquanto nem precisava mais trabalhar e poderia viajar pelo mundo. Ou ainda sonhando em comprar uma BMW 325i enquanto tem uma camionete de 60 mil reais estacionada na garagem.

    • Achei o tom do texto agressivo num tom desnecessário para falar algo meio óbvio. Todo movimento incorre o risco de ser deturpado e aproveitado pelas empresas ou gurus de lifestyle (no caso). Não seria diferente com o minimalismo.

      E, sim, concordo que é mais fácil aderir ao minimalismo quando se tem uma grana sobrando. A premissa de que é melhor comprar menos coisas de qualidade melhor não diz, mas é implícito que essa preferência implica em coisas mais caras. Elas podem até ser melhores e mais duráveis (melhor custo-benefício no longo prazo), mas o custo de entrada deixa de fora muita gente. Para ficarmos num exemplo próximo: um iPhone dura três anos fácil, mas é mais caro que um Moto G, que fica defasado muito mais rapidamente.

      E tem também a questão do acesso a produtos. Um paralelo interessante é o da comida: em muitos lugares, é mais barato e mais fácil comprar produtos processados do que in natura. O mais bizarro é que em alguns desses lugares a produção de alimentos in natura é no quintal das casas das pessoas. O documentário brasileiro Muito além do peso, da Estela Renner, expõe esse paradoxo maluco.

  • Galera, eu acompanho duas newslettter diárias, a do MdU e a Meio, cobrindo assim tecnologia e política, queria uma diária sobre esportes (especialmente futebol), alguém conhece?

    • Reinaldo Santos

      Estou sentindo falta da época que tínhamos newsletter do MdU semanais mais completas. Notícias do dia sobre tecnologia eu já acompanho pelos principais sites e blogs pelo Feedly. Newsletter sobre esportes eu não conheço para indicar.

    • Frederico

      Talvez o Trivela (a Trivela?)

      • Eu leio no feminino, rs. Eles até tem, mas é semanal e apenas um resumo do que aconteceu ao longo da semana no site.

  • Jack Silsan

    A genética do paradigma

    Estudar subjetividades virtualizadas a exemplo das ciências sociais, filosofia e artes, comumente cria tanto nos locutores quanto nos interlocutores uma sensação de solidez sobre os citados temas, de forma que os mesmo parecem existir naturalmente e anteriormente ao advento do ser humano. Obviamente isso é uma inverdade.
    Analogamente, cérebros são máquinas, computadores bioquímicos. Memórias, sentimentos, idéias, vontades, aversões e outras atividades mentais surgem e se instalam por meio das sinapses criadas entre os neurônios da massa encefálica. A mente (humana e de outros animais) surge dessas interações sinápticas-químicas. Uma Virtual Machine, no jargão dev: uma calculadora funcionando sobre nível das linguagens, enquanto as linguagens funcionam sobre os códigos de outras linguagens, em camadas que se sobrepõem até chegar ao nível neural físico.
    As virtualizações não cessam neste nível, dadas a nossa socialização em comunidades, que originam o consciente coletivo, e a grande capacidade da mente humana. Por meio da criatividade gerada por essa estrutura virtual, surgem supra estruturas, conceitos etéreos que nada tem de sobrenatural, que Richard Dawkins chamou de memes: cultura, religião, beleza, justiça, civilidade, nacionalismo. Todas essas idéias se replicam indefinidamente no meio memético, da forma mais simples que se possa imaginar: didática. Ao ensinar minha filha a falar inglês, invariavelmente acabo transmitindo conceitos como “existência”, “certo”, “errado”, “educação”. Criamos ferramentas virtuais como as línguas, as leis e a ética, e mundos imaginários como os delírios artísticos e os rearranjos dos seus movimentos internos, e nos apoiamos uns nos outros para acreditar em estruturas impossíveis naturalmente.
    O interessante de se aprender a respeito da natureza virtual dos memes é saber que temos certo controle sobre eles: a despeito de sua possível rigidez podemos lidar com eles de uma forma plástica. Mas apenas numa certa medida, pois um grupo grande o suficiente de pessoas cria e replica memes de modo a edificar paradigmas colossais, como “Ocidente”, “estado-nação”, “mundo árabe”, “capitalismo”, e outros. As pessoas geram e se conectam coletivamente a esses paradigmas de tal forma que suas mentes se trancam gravitacionalmente a eles, astros orbitando astros maiores, e assim uma reprogramação severa se torna aparentemente impossível. Esses paradigmas, tal qual formas de vida complexas criadas por genes, parecem coesos, coerentes e indestrutíveis. Bem, não são.
    Quantos ainda veneram o Panteão grego? Quantos ainda leem em alfabeto cuneiforme? Mudanças de longuíssimo prazo corroem estruturas paradigmáticas e diluem seus memes em novos consensos. Somos ocidentais democráticos, mas não somos gregos na fronteira persa. Darwinismo puro. Essas erosões estão sempre em andamento, e é de se esperar que em algum momento o nosso paradigma desmorone.

  • Frederico

    Thread oficial para comentarmos sobre Ghedin traindo o movimento empreendedor-maker, se curvando ao capital da grande mídia, pulando na boca da fastweb etc.


    assim como a Emily colaborou gradualmente com textos para o Ghedin, seria legal ver um novo colunista colaborando com a Emily.

    • Jack Silsan

      lol

    • Fiquei triste com a saída dele, mas fazer o que? E eu só acompanho a Emily por aqui e pelo Guia Prático, não conheço os demais trabalhos, mas estou na expectativa.

    • Sucesso ao Ghedin e à Emily!

    • Ranner Barbosa

      VENDIDO!!! VENDIDO!!!

      Hoje em dia leio pouquíssimo o site, coisa que eu fazia todo dia religiosamente há um tempo tempo atras, ai quando vi a chamada ja entrei triste, mas feliz que ele vai continuar na ativa, creio que a Emily vai fazer um trabalho incrível e é bom saber que o Ghedin ainda vai estar por aqui para colaborar com o site e conversar com a gente!

    • Pedro

      Torcendo pra que ele não seja obrigado a tuitar: “Bom dia amigos, é sexta-feira!!! [espaço pro gif] Essas são as noticias tecnologicas do dia [espaço pro link]. ENTENDA”.

    • Acho que teremos novidades nesse sentido — mais gente ajudando a fazer o Manual!

      • Talvez um colaborativo entre comentaristas.

        • Sempre estivemos abertos a colaborações dos leitores. O que empaca é que somos bastante rígidos com o que entra no site — aí, a maioria das sugestões acaba esbarrando já na temática. Mas, se o tema encaixa aqui e o autor escreve legal, a coisa flui. Tem alguns leitores que já publicaram; Fabio Montarroios, Eloy Machado, Marcellus Pereira…

          Quem tiver interesse, mande um e-mail para a Emily com a proposta/ideia de pauta: [email protected]

        • Fabio Montarroios

          Colaborar com o MdU é, antes de tudo, um baita aprendizado. Ajudei bem menos do que gostaria, mas se rendeu uma ou outra conversa entre os leitores, já valeu.

  • Ranner Barbosa

    Venho fazer aquela perguntinha que todo usuario de tecnologia faz: alguem sabe indicar um bom telefone intermediario? houve uma época que era mais facil indicar coisas, era Moto G intermediario, Moto E entrada, iPhone OU um Moto X para top de linha aqui no BR, mas com cada empresa lançando 953849849 smartphones fica dificil até pra mim, jovem, acompanhar…
    PS: quando digo intermediario, não me refiro a Zenfones 3 da vida, preço 1k pra cima, me refiro a telefones de 700/800 reais no maximo. Uma pesquisa rapida que fiz apontou o LG X Power como uma boa alternativa pois tem 2 gb de ram (o basico pra qualquer android), 16 gb de armazenamento (tambem o basico, contando com o fato de ele tem entrada para micro sd), enfim, alguma indicação?

    • O novo Moto G5 é uma boa, não? Se puder comprá-lo à vista, sai por R$ 899 com os descontos padrões do varejo (10%). Não deve ser tão rápido quanto o Moto G4, mas é um upgrade e tanto em relação ao Moto G4 Play.

      • Minha tia tem um Moto G3 e queria trocar, não soube o que indicar…
        Agora com o Moto G5 fica parecendo uma opção interessante, mesmo ela não temos gostado da experiência por causa da pessoa atualização, veremos o que ela diz sobre ir para uma nova geração dele.

        • Acho que a terceira geração foi a pior dos Moto G. No lançamento já estava com especificações defasadas, o preço subiu e os diferenciais para a geração anterior eram mínimos. Eu estava bem cético com o Moto G4, mas gostei bastante. O novo parece apostar na mesma fórmula, só que com corpo de metal, o que é sempre bem-vindo.

  • Já viram Moonlight? O que acharam?

    • Ranner Barbosa

      Eu vi e gostei, só que vi umas pessoas dizendo que a terceira parte foi “jogada” e discordo COMPLETAMENTE. Quem viu o Steve Jobs com o Michael Fassbender percebe que a idéia de montagem é bem parecida e funciona muito bem em ambos.

    • Pedro

      Assisti e é um puta de um filme. Pra quem tá cansado de efeitos especiais e filmes cults com gritaria e sem sentido esse é o antidoto.
      Vi um monte de gente que NÃO assistiu reclamando por alguma cena gay, mas até aquele filme BR do ceguinho é mais gay que Moonlight. Achei a história mais pra um Evangelion sem os EVAs.

      Assisti junto com A Tartaruga Vermelha. Ambos as melhores coisas que vi e escutei (trilha lembra The Leftovers) nesse ano.

      • Muito bom esse paralelo com Evangelion, embora tenha achado Moonlight mais tocante (e gastando muito menos tempo do que se tem em uma série). Eu fui ao cinema sem nem saber do que o filme tratava e saí da sessão muito surpreso. Filmaço. Depois, já em casa, descobri que fizeram esse filme com US$ 1,5 milhão, o que é bem pouco para os padrões hollywoodianos. Mais méritos ainda aos produtores.

    • tuneman

      opinião impopular: eu achei mediano.
      tipo, a história estava muito boa, mas no final o filme acabou…, assim, “é isso? ok então”.

      • Fabio Montarroios

        o final, geralmente, é o q menos importa.

  • Compartilho aqui a violência com que a reitoria da mais importante universidade do país trata seus estudantes e servidores: https://www.facebook.com/ocupacaocrecheaberta/videos/1955223204701038/

    • Marcos Balzano

      E como resolver o problema da USP estar quebrada, gastando mais dinheiro que recebe, todos os meses?

  • Olá, estou fazendo mestrado em Psicologia na UFRJ e meu tema de pesquisa é tecnologia e gamificação. Acho que a apropriação de elementos de jogos fora dos mesmos está cada vez mais comum. Apps, serviços, cuidados da saúde…. Tudo está se tornando games. Por outro lado, alguns grupos ainda defendem que games são alienantes e podem, inclusive, causar violência. Gostaria de sugerir o tema para discussão. Como vocês vêem esse fenômeno? Fico à disposição para conversar.

    • Fabio Montarroios

      Opa, Ulisses. Ia fazer mestrado justamente dentro dessa temática. Tentei levar adiante projeto na Psicologia e na Educação USP, mas não deu certo. Sinto q minha formação em História e meu currículo Lattes não ajudaram, mas tb senti q uma parcela significativa das vagas, pelo menos em Psicologia, já estava meio q encaminhadas aos alunos de lá ou pessoas ligadas ao curso… Acho q vou mudar um tanto o curso das coisas pra ficar mais próximo da minha área e ver no q dá.

      De todo modo, queria ver como crianças lidavam com dilemas éticos dentro do Minecraft. Ia explorar tb os efeitos da violência escolar e a violência em ambientes virtuais. Pra mim e essa e outras questões são fundamentais pra serem estudadas, pq o uso dos games em ambiente de aprendizado está aumentando mais e mais e acho q por aqui não tá rolando tanto discussão sobre o assunto qto deveria.

  • Pierre Diniz

    Jovens, quais seguros pra smartphones vocês recomendam?

    Meu moto z play foi furtado no trem ontem, e a Assurant vai demorar UM MÊS pra me enviar um aparelho novo, com uma possibilidade remota de me indenizarem em dinheiro.

    Ou seja, vou ter que comprar um novo antes, assumir o prejuízo e claro, botar um seguro decente no bixim.

  • Leon Cavalcanti Rocha

    Recentemente venho tendo muito interesse em ler Distopias.
    Comecei pela primeira que consegui emprestado: Jogos Vorazes (livro bem legal, filmes apenas OK). A segunda que consegui emprestada, Admirável Mundo novo, foi bem bacana. Estou planejando ler em seguida (sem uma ordem específica) 1984, O Conto da Aia, Revolução no Futuro… Depois daí, não sei pra onde a lista vai.
    Alguém aí tem uma distopia preferida? Qual?