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O que tem na sua mochila, Bruno Capelas?

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21/8/17, 19h50 4 min Comente

Foto de Bruno Capelas.Bruno Capelas tem 25 anos e é formado em Jornalismo pela USP. É repórter do Link, a editoria de tecnologia do O Estado de S. Paulo, e apresentador do Hyperlink, o recém-lançado podcast do Link. Nas horas vagas, escreve sobre música, hambúrgueres e programas de televisão infantis dos anos 90. Comprou um Switch, mas ainda não tem coragem de colocá-lo na mochila para jogar na CPTM.

    1. Mochila: acabei de substituir uma antiga, sem boas divisórias, por esta. Tem um espaço para notebook (que eu não uso normalmente em pautas, mas é útil quando preciso levar o aparelho do jornal ou até mesmo um livro) e áreas separadas que me ajudam bastante. É bem compacta – o que é ótimo para não me fazer carregar peso demais.
    2. Casaco: ferramenta básica de sobrevivência para quem mora em São Caetano e pega trem, metrô e ônibus todo dia. O casaco é um impermeável da Quechua e fica na mala até mesmo quando está sol, pois também serve como capa de chuva.
    3. Cachecol: foi feito por uma costureira aqui do bairro, e é meu companheiro de aventuras desde 2013.
    4. Caixinha de óculos: tenho hipermetropia, e levo a caixinha sempre comigo com lenços e aquele líquido para limpar lente. É útil também para limpar a lente da câmera do celular – hoje, uso um Asus Zenfone Selfie, que não esta na foto porque sempre está no meu bolso.
    5. Powerbank e adaptador de tomadas: parte importante do canivete suíço 2.0. Ambos foram ganhos em jabás.
    6. Fone de ouvido: é um Skullcandy Aviator. Um amigo ganhou de jabá e me deu, em 2014. Gosto muito dele porque é prático, dobrável e sempre cabe na mala, além de ter isolamento acústico que me ajuda a focar na leitura (no trem) ou nas matérias que escrevo no trabalho (às vezes, redações são ambientes deveras barulhentos). Já quebrei a ponta e os cabos várias vezes, e meu pai sempre remenda tudo.
    7. Bloquinho e estojo: ainda estou tentando me adaptar às notas no celular, mas na hora H, sempre o que me salva é essa dupla. Gosto desse modelo de moleskine maior, para ter mais espaço para anotações, tabelas e até rascunhos de infográficos.
    8. Guarda-chuva: ao lado do casaco e do cachecol, ajuda bem na rotina de quem anda de lá para cá em SP. Ainda que eu mais esqueça ele nos lugares do que exatamente use…
    9. Nécessaire: tem de tudo. De uma farmácia quase completa (Aspirina, Multigrip, Engov, e o onipresente Tandrilax) a escova de dente, pasta, cotonete e pastilha para a garganta. A gente nunca sabe quando vai chover e será impossível voltar pra São Caetano.
    10. Livro e sacola impermeável: já cansei de perder/estragar livros por conta de uma chuva na hora errada. A sacola da Livraria da Travessa, maltratada, foi a primeira que eu usei para guardar os livros — mantenho ela por estimação. Já o livro da vez é o As Upstarts, do Brad Stone. É um jornalista gringo que já escreveu sobre a Amazon (o ótimo A Loja de Tudo) e agora se debruça sobre Uber e Amazon. É uma leitura densa (estou na metade), mas ótima. Uma hora eu ainda me converto ao Kindle, mas a experiência do papel ainda me é muito satisfatória.
O que tem na mochila do Paulo Barba.
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Nota da editora 1: “Na mochila” é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o interior das bolsas e mochilas de leitores, colegas e amigos. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua.

Nota da editora 2: o Guia Prático #135 está nas mãos de Joel Nascimento Jr. para a edição e logo mais aparece por aqui.